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Time Rifts no Final Fantasy XIII-2

Se você, assim como eu, é um daqueles que não concordaram com as críticas negativas feitas ao FFXIII-2 e, de fato, está jogando esse grande título, aqui vai uma dica incrível de um site pra te aliviar sua vida ao resolver os puzzles do jogo:

http://clockpuzzle.pl/

Muitos dos objetivos de FFXIII-2 exigem que o jogador complete alguns puzzles chamados de Time Rift. Bem comuns durante a trama, ainda que nem todos sejam complexos, podem tomar vários minutos da sua vida para serem solucionados, e é ai que o link acima é sua salvação. Digite a sequencia de números do relógio e ele te dará o passo-a-passo do enigma!

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GTA V is on the way, mas será que supera San Andreas?


Novo modelo de PS3

Alguns anos após o lançamento da primeira versão do PS3, o modelo Slim foi anunciado; mais fino, sem a pintura Black Piano (nome oficial da textura para a Sony), o console contava com menos portas USB (de 4 para 2 apenas), não tinha suporte para controles de PS2 e PS1, jogos dos consoles anteriores e entrada para cartão, em suma, enxugaram bem o PS3 Phat.

Hoje, há aproximadamente quatro anos do lançamento do modelo Slim, a Sony ataca novamente com uma nova revisão:

A novo modelo ficou muito mais bonito. Aliás, notem que não tem mais aquele sistema que “engole” o seu disco para cima do leitor; nessa nova versão há uma bandeja (como nas versões Slim do PS2). O novo console, mais barato que a versão atual (U$299,00), sai por U$269,00 e só ser oferecido em versões bundle (acompanhando de jogos), além de um cartão para baixar Dust 514 pela SEN (ex PSN).

Tudo é questão de gosto, mas achei que esse PS3 supera bastante esteticamente o modelo atual!

Flavio Martins.


Especial sobre Driver (parte 2 de 2)

Driver já foi um ícone da geração 32 bits, a promessa que decepcionou na geração 128 bits, mas as coisas não pararam por aí: agora, na geração mais atual – que manteve os comandos aos 128 bits [da geração PS2], e que por isso não adiantaria nomeá-la dessa forma – volta com tudo para mostrar que Driver merece respeito.

Driver San Francisco, a volta dos bons tempos

“Driver” para PS3, Xbox 360 e PC, não recebe subtítulo justamente por ser um recomeço para a série. Não entenda errado, San Francisco não é subtítulo real, afinal, o jogo simplesmente se passa na cidade, sempre se passou. Parallel Lines foi um subtítulo

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Nos últimos anos, séries de jogos como Rainbow Six: Vegas, Assassin’s Creed,  Ghost Recon, Splinter Cell, e muitas outras, vêm mostrando o quão interessada a Ubisoft está em fazer jogos de qualidade superior. E quando essa gigante dos vídeo-games decidiu por suas mãos na série Driver, usou todo esse vigor e rigor para trazê-la de volta à tona.

Driver é uma tentativa extremamente valida de retornar o embalo dos primeiros jogos para a geração atual. A Ubisoft revisou a versão de San Francisco dos primeiros jogos e trouxe os personagens que estavam por lá. John Tanner, quem caçava Tempene (o bandidão), teve sua história completada nesse novo título.

Gráficos lindos, carros incríveis, jogabilidade muito boa, mapa bonito e razoavelmente grande, mas nem tudo são rosas para esse jogo. Infelizmente, a atmosfera de policiais dos anos 90, detetives, perseguições, cidade de clima frio e úmido e bandidos que viviam em prédios escuros nos subúrbios, se perderam. O visual diurno, bem iluminado e com diálogos bobos e cheios de expressividade mal atuada, tiram um pouco da graça, deixando Driver San Francisco um jogo bem raso.

Contudo, a Ubisoft conseguiu se superar em relação as primeiras expectativas sobre Driver SF. Quando os primeiros gameplays surgiram mostrando que você poderia simplesmente trocar de carro usando uma visão superior, posicionando-a sobre o veículo desejado e simplesmente adentrá-lo, muitos acharam a ideia jocosa . Por outro lado, apesar da ideia questionável, a produtora do jogo conseguiu fazer com que fosse funcional durante as missões. Após a primeira meia-hora de jogo, até se abandona a ideia ruim que se tinha sobre a função.

Driver San Franciso, no final das contas, é um excelente título. Um jogo bem produzido, com excelente gráficos, jogabilidade e variedade de carros. E embora tenha deixado de lado o clima de “criminosos do tráfico e detetives que frequentam bares” de lado, por diálogos bobos, trama rasa e sem conteúdo sério, mostrou que Driver consegue fazer frente a GTA, não elevando-se ao mesmo nível, mas fazendo um jogo diferente. Afinal, comprar GTA não impede ninguém de comprar um bom e velho Driver. [91/100]

Flavio Martins.


Especial sobre Driver (parte 1 de 2)

Quem não se lembra da sequencia Driver e Driver 2 do PS1? Os dois jogos, produzidos pela Interactive, apesar das limitações técnicas da época, conseguiam trazer um conjunto enredo/jogabilidade bem completo e divertido.

Driver 1

Driver tinha um enredo com clima interessante (explico melhor no continuar da resenha), e apesar de não se poder sair do carro que dirigia durante o jogo, trazia cutscenes que mantinham o jogador atualizado sobre a história que se passava, equilibrando até certo ponto as missões repetitivas. Apesar de ter um modo carreira que parece frenético e constante, não deixavam de agradar. Perseguições, time trials e perseguições eram praticamente as únicas coisas que aconteciam, mas não inibiam as pessoas de continuar jogando. [82/100]

Driver 2

Driver 2 foi uma sequencia bastante considerável para Driver 1. Agora com a possibilidade de se deixar o carro e sair andando, o jogo dá mais liberdade ao jogador, afinal, após escapar de uma perseguição policial, você poderia abandonar o seu carro – danificado e procurado pela polícia local – e entrar em outro melhor, ou fazê-lo simplesmente por diversão, pegando um ônibus, por exemplo. Com mais opções de veículos, mapa maior, melhor possibilidade de jogo (agora que você pode trocar de veículo durante o gameplay), Driver 2 foi a versão definitiva de Sandboxes’ lançados para o PS1.

 Mas Driver 2 não para por aí, com muito mais variedade na jogabilidade, a história e fluidez do jogo ganharam muito. Lembro-me de uma missão: você tinha de correr até o pier, usar uma rampa para voar para dentro de uma balça que partia, assistir uma pequena cutscene, cair na balça, descer do carro, colocar quatro explosivos na embarcação, entrar no carro e pular de volta para a terra firme. Tudo isso, muito antes de qualquer GTA com perspectiva 3D ter surgido. Driver 2 era “o jogo”. Um game bastante divertido, com um  excelente replay (você voltava sempre pra jogar), dificuldade interessante, atraiu os olhares para essa modalidade de jogos.

Sobre o clima dos Drivers clássicos: perseguir pessoas envolvidas com o tráfego de drogas, segui-las, mas sem ser notado, vê-las temendo a perseguição desenfreada que o seu personagem fazia pra cima delas,  encontrar carros secretos escondidos pelo mapa, tudo incrível para a época. Dá até vontade de voltar a jogar! (quem sabe eu o faça e poste um vídeo aqui pra vocês).

Driver 2 foi a inspiração definitiva, copiado com maestria pela Rockstar em GTA III (para PS2, PC, Xbox e recentemente relançado para iPhone e Android). [98/100]

Driver 3 

Infelizmente, para os fãs dos jogos do Playstation 1, as sequências na geração 128 bits não foram “aquilo tudo”. GTA III, seu principal concorrente, superou – e muito – a decepcionante sequência Driver 3. Com defeitos estruturais, enredo fraco, jogabilidade desagradável e falta de atrativos, Driver, que inspirou o produtores da série da Rockstar, agora perdia para os que o copiaram. [31/100]

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Driver Parallel Lines

Na produção de Parallel Lines, ao tentar conceder alguma qualidade técnica ao título, os produtores conseguiram atrair mais jogadores para o seu lado (sem tirar, é claro, público da Rockstar), porém, GTA Vice City já existia, e competir com aquilo era demais pra qualquer um. Um bom jogo, lançado na época errada, Driver Parallel Lines não enganava ninguém além do público mais casual, mas já foi alguma coisa, se considerar o dano que Driver 3 causou a imagem da série. [55/100]

 

Continua…

  •  As notas aparecem na parte baixa do texto, que diz respeito ao jogo, dentro de colchetes (como os editores da revista EDGE o fazem), porém, de 0 à 100/100, forma de fração não reduzida.

Continue lendo esse especial amanhã, quando vou escrever sobre o título atual da série Driver. Não perca! 

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Flavio Martins.


Driver, o GTA dos old gamers.

De onde veio e onde chegou? Lembra-se de Driver, a série que iniciava com a logo do Bruno Bonell, desenvolvida pela Interactive, hoje, produzida pela Ubisoft, na qual a polícia é sempre opressora e prefere te assassinar a levá-lo preso? Então… Essa prova que  mudanças drásticas aconteceram no visual dos nosso jogos, e é isso o que você vão notar na sequencia abaixo.

Lembra-se do que gostava de jogar quando o PS2 e seu GTA San Andreas não existiam? Visitar o Rio de Janeiro, decidir entre sair correndo ou cantando pneus, sentar em cadeiras aleatórias, andar como moça pelas ruas ou correr e fugir da “máfia da polícia assassina”, enfim: bons tempos com a série clássica de Driver, os games que deram origem ao gênero que mais diverte, por mais tempo.

De onde partiu:

Driver (PS1)

Driver 2 (ps1)

Driver 3 ~Driv3r~  (PS2/Xbox)

Driver Parallel Lines (PS2/PC)

Onde chegou:

Driver (Xbox 360/PS3/PC)

“Driver” para PS3, Xbox 360 e PC, não recebe subtítulo justamente por ser um recomeço para a série. Nos últimos anos, séries de jogos como Rainbow Six: Vegas, Assassin’s Creed,  Ghost Recon, Splinter Cell, e muitos outros, vêm mostrando o quão interessada a Ubisoft está em fazer jogos de qualidade muito superior. E quando essa gigante dos vídeo-games decidiu por suas mãos na série Driver, usou todo esse vigor e rigor para trazer a série clássica de volta à tona…

Quer continuar lendo o texto a cima? Não perca a próxima postagem, com “Driver” como tema.

Flavio Martins.