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GTA V is on the way, mas será que supera San Andreas?

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Especial sobre Driver (parte 1 de 2)

Quem não se lembra da sequencia Driver e Driver 2 do PS1? Os dois jogos, produzidos pela Interactive, apesar das limitações técnicas da época, conseguiam trazer um conjunto enredo/jogabilidade bem completo e divertido.

Driver 1

Driver tinha um enredo com clima interessante (explico melhor no continuar da resenha), e apesar de não se poder sair do carro que dirigia durante o jogo, trazia cutscenes que mantinham o jogador atualizado sobre a história que se passava, equilibrando até certo ponto as missões repetitivas. Apesar de ter um modo carreira que parece frenético e constante, não deixavam de agradar. Perseguições, time trials e perseguições eram praticamente as únicas coisas que aconteciam, mas não inibiam as pessoas de continuar jogando. [82/100]

Driver 2

Driver 2 foi uma sequencia bastante considerável para Driver 1. Agora com a possibilidade de se deixar o carro e sair andando, o jogo dá mais liberdade ao jogador, afinal, após escapar de uma perseguição policial, você poderia abandonar o seu carro – danificado e procurado pela polícia local – e entrar em outro melhor, ou fazê-lo simplesmente por diversão, pegando um ônibus, por exemplo. Com mais opções de veículos, mapa maior, melhor possibilidade de jogo (agora que você pode trocar de veículo durante o gameplay), Driver 2 foi a versão definitiva de Sandboxes’ lançados para o PS1.

 Mas Driver 2 não para por aí, com muito mais variedade na jogabilidade, a história e fluidez do jogo ganharam muito. Lembro-me de uma missão: você tinha de correr até o pier, usar uma rampa para voar para dentro de uma balça que partia, assistir uma pequena cutscene, cair na balça, descer do carro, colocar quatro explosivos na embarcação, entrar no carro e pular de volta para a terra firme. Tudo isso, muito antes de qualquer GTA com perspectiva 3D ter surgido. Driver 2 era “o jogo”. Um game bastante divertido, com um  excelente replay (você voltava sempre pra jogar), dificuldade interessante, atraiu os olhares para essa modalidade de jogos.

Sobre o clima dos Drivers clássicos: perseguir pessoas envolvidas com o tráfego de drogas, segui-las, mas sem ser notado, vê-las temendo a perseguição desenfreada que o seu personagem fazia pra cima delas,  encontrar carros secretos escondidos pelo mapa, tudo incrível para a época. Dá até vontade de voltar a jogar! (quem sabe eu o faça e poste um vídeo aqui pra vocês).

Driver 2 foi a inspiração definitiva, copiado com maestria pela Rockstar em GTA III (para PS2, PC, Xbox e recentemente relançado para iPhone e Android). [98/100]

Driver 3 

Infelizmente, para os fãs dos jogos do Playstation 1, as sequências na geração 128 bits não foram “aquilo tudo”. GTA III, seu principal concorrente, superou – e muito – a decepcionante sequência Driver 3. Com defeitos estruturais, enredo fraco, jogabilidade desagradável e falta de atrativos, Driver, que inspirou o produtores da série da Rockstar, agora perdia para os que o copiaram. [31/100]

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Driver Parallel Lines

Na produção de Parallel Lines, ao tentar conceder alguma qualidade técnica ao título, os produtores conseguiram atrair mais jogadores para o seu lado (sem tirar, é claro, público da Rockstar), porém, GTA Vice City já existia, e competir com aquilo era demais pra qualquer um. Um bom jogo, lançado na época errada, Driver Parallel Lines não enganava ninguém além do público mais casual, mas já foi alguma coisa, se considerar o dano que Driver 3 causou a imagem da série. [55/100]

 

Continua…

  •  As notas aparecem na parte baixa do texto, que diz respeito ao jogo, dentro de colchetes (como os editores da revista EDGE o fazem), porém, de 0 à 100/100, forma de fração não reduzida.

Continue lendo esse especial amanhã, quando vou escrever sobre o título atual da série Driver. Não perca! 

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Flavio Martins.


Driver, o GTA dos old gamers.

De onde veio e onde chegou? Lembra-se de Driver, a série que iniciava com a logo do Bruno Bonell, desenvolvida pela Interactive, hoje, produzida pela Ubisoft, na qual a polícia é sempre opressora e prefere te assassinar a levá-lo preso? Então… Essa prova que  mudanças drásticas aconteceram no visual dos nosso jogos, e é isso o que você vão notar na sequencia abaixo.

Lembra-se do que gostava de jogar quando o PS2 e seu GTA San Andreas não existiam? Visitar o Rio de Janeiro, decidir entre sair correndo ou cantando pneus, sentar em cadeiras aleatórias, andar como moça pelas ruas ou correr e fugir da “máfia da polícia assassina”, enfim: bons tempos com a série clássica de Driver, os games que deram origem ao gênero que mais diverte, por mais tempo.

De onde partiu:

Driver (PS1)

Driver 2 (ps1)

Driver 3 ~Driv3r~  (PS2/Xbox)

Driver Parallel Lines (PS2/PC)

Onde chegou:

Driver (Xbox 360/PS3/PC)

“Driver” para PS3, Xbox 360 e PC, não recebe subtítulo justamente por ser um recomeço para a série. Nos últimos anos, séries de jogos como Rainbow Six: Vegas, Assassin’s Creed,  Ghost Recon, Splinter Cell, e muitos outros, vêm mostrando o quão interessada a Ubisoft está em fazer jogos de qualidade muito superior. E quando essa gigante dos vídeo-games decidiu por suas mãos na série Driver, usou todo esse vigor e rigor para trazer a série clássica de volta à tona…

Quer continuar lendo o texto a cima? Não perca a próxima postagem, com “Driver” como tema.

Flavio Martins.


Pra rapaz nenhum botar defeito.

Coleções bacanas são sempre bem vindas, agora, quando o assunto é vídeo game, poucas palavras podem descrever a felicidade desse pessoal aí de baixo:

(obs.: ignorem a bagunça)

  •   Essa aqui não é uma das minha fotos ‘menos bacanas’. O cara tem os vídeo-games mais legais do mundo, mas não teve gosto pra montar um lugarzinho ao nível da  coleção. Ainda assim, merece ser olhada.

  •  Já essa outra coleção, me agrada muito. Basicamente, o rapaz teve a coragem (vulgo: dinheiro), pra montar uma área só pras suas crianças.

  •  Essa daqui, a mais bagunçada existente, me chamou a atenção só por um motivo: é um bom e velho oldgamer. Ele tem equipamentos e posters com mais de dez anos de vida. Esse daí é da década de 90, na certa.

  • Agora chegamos ao ponto alto do post. Essa imagem chega a machucar os olhos, de tanta inveja. Não é pelo Wii ou pela TV de LCD (que já fariam muitos machões abrirem um sorriso), mas é pelo PS2 e PS3 brancos. Não sou de sentir inveja, mas esse camarada tem dois dos vídeo games mais lindos já produzidos. Essa linha de consoles brancos do Sony são o ponto alto do design de eletrônicos. Minha nossa…

Flavio Martins.