Postagens e repostagens daquilo que merece ser compartilhado: o nosso universo geek.

Veredito

Desculpas eternas!

Gente boa, tenho que pedir as desculpas mais atrasadas da qual já ouvi falar: minha falta de postagens novas.

Muito infelizmente, apesar de adorar esse blog, estou mega compromissado com a minha faculdade de engenharia. O curso não me deixa tempo de sobra pra jogar vídeo-games, conversar, assistir, ouvir ou me relacionar; não tem jeito, se quiser se formar engenheiro aeroespacial, vai ser assim.

Contudo, ainda que esporadicamente, vou tentar repostar tudo aquilo o que eu achar válido. Existem várias outras páginas dispostas a compartilhar seu material por esse meio.

Espero que vocês não deixem de visitar o MGW e que, ainda melhor, candidatem-se para membros da página! Eu aceito qualquer um que esteja disposto a cobrir essa brecha que eu deixo no blog.

 

tumblr_m8rsenRDZI1qizbpto1_1280

Anúncios

Rune Factory: Frontier

 Atualmente, somos bombardeados por todos os lados por propagandas de joguinhos de fazenda. A vida no campo nunca foi tão explorada quanto os programadores da Zynga conseguem vêm fazendo de uns anos pra cá. Agora, em meio a tantos títulos similares, a série Rune Factory toma destaque pelo seu mundo complexo, profundo e bem chamativo, mesclando , com charme, a vida rústica com elementos de rpg.

Entroncamento do bem respeitado Haverst Moon, R.F. associa a vida na fazenda uma aventura paralela, na qual você deve entrar em ruínas, enfrentar  monstros e, por fim, desvendar os mistérios que cercam a península na qual todo esse enredo se desenrola.

Você pode escolher, dentre 13 (lindas) moradoras da Vila de Trampoli, uma para se casar.

 Monstros podem ser atraídos para sua fazenda para trabalhar. Cada qual possui uma característica especial, assim sendo, desempenham papeis diferentes. De espécies que só cortam pedaços de tronco e galhos à outras que regam e caçam vegetais (tudo isso, se bem alimentados e tratados).

Não só a colheita faz parte da sua renda: cozinhar, engendrar armas e joias, colher ovos, retirar leite, pescar e comercializar são fundamentais ao desenvolvimento do jogo.

O cenário não chega a ser dos maiores no mundo dso vídeo-games, mas são bonitos e bem decorados. É possível se viajar as maiores distâncias em pouco tempo, o que, no final das contas, é bastante satisfatório. O tempo passa, o clima e estações mudam, o que revigora a sensação de que tudo deve ser planejado de acordo com o tempo, bem coisa de vida campestre. Cada espécie de vegetal cresce em determinado tempo e estação. No inverno, como nada ‘vinga’, é preciso preparo no Outono, para que sua fazenda não contabilize prejuízos.

O jogo é uma obra considerável dos Simuladores de fazenda e RPGs, merece estar no seu console! Quem sabe você deixa a sua fazendinha do FarmVille um pouquinho de lado pra brincar com essa produção.
===========================================================
PRODUÇÃO: Neverland Co.

DISTRIBUIÇÃO: Marvelous Ent., Xseed Games e Rigin Star Games.

PLATAFORMA: Wii

LANÇAMENTO:11/2008 (Japão)

CONTEITOS:

GRÁFICO: 7.0

SOM: 7.0

JOGABILIDADE: 8.0

DIVERSÃO: 10


Quem achar que eu mereço, me adiciona!

Pra quem quiser me adicionar ‘como amigo’ em qualquer uma das duas redes online, ficam aì:

Xbox Gamercards


PSN Gamercards


Eu só me lembro…

Uma coisa que me marcou bastante a infância, foi um McDonalds próximo à Paulista. Não sei quantos existem por lá, mas esse é bem destacável: ele era bem grande, tinha um verdadeiro playground e estandes para se jogar N64!

Recentemente, muito infelizmente, descobri que eles reformularam essa unidade da franquia McDonalds. As pinturas da turma clássico (Ronald, Papa Burguers, Bird e Shake) foram retiradas das paredes, o parquinho gigantão, demolido. Os N64, provavelmente viraram sucata. Enfim, só tristeza…

Mas se tem uma coisa que me marcou de verdade – fora o sabor do lanche do McLanche Feliz – foi jogar Banjo em um daqueles consoles! Nossa, era incrível. Eu não tinha condições financeiras para adquirir um N64 na época. Aliás, era tão mais humildezinho, que nem sabia que aquilo era um N64! Só sabia que aquele vídeo-game era mágico, ainda mais com aquele controle.

Tristezas à parte, jogar aquilo foi, com toda a certeza, parte determinante da minha vida. Eu ia ao McDonalds, brincava no playground, comia e, antes de ir embora, jogava um pouco de Nintendo 64… E depois eles não querem que as crianças gostem tanto dessas franquias de lanchonete! Era bem um paraíso aquilo. 

Flavio Martins.


Bom mesmo é o multiplayer local

Assim como a maioria das coisas do nosso dia-a-dia, o vídeo game se tornou mais um aparato que tem conexão com a internet. Celulares, tablets, computadores, TVs, GPS e cia, usam a conexão com fontes de dados internacionais para aprimorarem sua experiência, ou simplesmente “só serem executados mesmo”. Chat do facebook pra cá, traçar rota pra lá, Netflix a-co-lá, e estamos todos felizes, mas uma coisa deixa a interrogação: essas realidades mudaram as relações interpessoais para pior?

Apesar de não poder reclamar da minha infância – que ainda perdura! – são poucos os momentos realmente memoráveis de interação com amigos ou família, que não aqueles em que estávamos fazendo alguma coisa juntos. Assistir a filmes, por exemplo, era um dos meus passatempos preferidos! Sempre alugávamos VHS na locadora aqui de perto, nos juntamos anoite e assistíamos a algum bom filme. Era divertido  Ter pessoas para compartilhar risadas em um filme de comédia, pessoas para comentar durante filmes de ação, pessoas para nos acolhermos em filmes de terror. Era mais que divertido, era completo.

O tempo passou e a TV ficou banalizada, a não ser que sua família seja fissurada em novelas, já não há mais programação que nos prenda juntos. Aposto que na última vez em que se sentou para assistir a um filme com a sua família, estava com o seu notebook, tablet ou smarphone em mãos – se não, mais de um desses -, ou seja, se concentrando em gente distante, abandonando o companheirismo por quem está ali, contigo. Contudo, esse novo paradigma não se restringiu apenas ao mundo da televisão, os vídeo-games seguem – até forçadamente, como já vou explicar – o mesmo rumo.

Se assistir TV com a minha família era incrível, jogar um bom game com um amigaço, era ‘platinar’ a infância. Um dos momentos mais memoráveis da minha infância, devo adicionar, foi jogar Resident Evil Survivor de ponta à ponta junto ao meu antigo amigo, o Pedrinho. Nós trancávamos uma sala, pegávamos um TV antiga (a única na qual eu podia mexer) e montávamos o meu novíssimo (na época, é claro) PSone. Durante a tarde inteira, a gente passou por fases; falávamos sem parar para tentar disfarçar o medo – e eu ainda brincava que ia fazer cocô na casa dele (essa referência vocês vão ter que descobrir sozinhos), e tudo era mais divertido. Vigilante 8, Winning Eleven, Metal Slug, Street Fighter… Até jogos de campanha singleplayer nos divertia juntos.

Mas ao contrário de que essa época foi, hoje o mundo gira em torno de grandes distâncias. Como uma relação inversamente proporcional, aquele que está distante, acessível apenas por um meio de comunicação sem fronteiras física – como a internet – parece mais notável que o alguém que estaria ao seu lado. Como se jogar um multiplayer com um colega de sala fosse menos atrativo que encontrar dezenas de anônimos em uma rede, como a PSN, para ficar se irritando com. É confusa essa troca de valores… E sobre isso ainda ter um lado forçado: eu não posso mais chamar algum conhecido para jogar sabendo que, diferente do PS1, PS2, Nintendo 64, o meu Playstation 3 não vai ter uma super gama de jogos feitos especialmente para se jogar em casa, com pessoas mais chegadas. A produtoras não acreditam mais no multiplayer local.

Mais do que uma questão de valorizar quem está por perto, valorizar a relação humana. Não é exagero pensar que você perdeu contato com os seus amigos que jogavam vídeo-game, por eles estarem ocupados demais com qualquer coisa que os obrigue a manter distância e, em casos controversos, façam login e comecem a jogar com você online. Cadê as risadas? Cadê a luz da sala apagada para jogar um game de terror? Cadê nossos amigos, amigos?

Deixa esse iPhone de lado e vai procurar gente para interagir, quem sabe uma namorada jogue e seja melhor companhia que sua siri; aquele seu velho amigo pode ser mais camarada que esse semi-desconhecido com quem você tanto conversa pelo facebook.

.

Flavio Martins.


Você adora Game Wars, eu sei.

Alguém viu os novos preços praticados pela Sony Brasil nos jogos Playstation?

Vários títulos próprios saíram de R$149,90 para os R$99,90! Isso inclui: Uncharted 3, Infamous 2, LBP 2, Gran Turismo 5 XL (que acompanha 20 dólares em DLCs), entre outros. Só jogos “must have it”.

Os novos tri-Play, packs com 3 jogos dentro, são a maior baganha que já aconteceu no Brasil. Três jogos “lançamentos” (do final do ano passado, pra cá), saem por R$209,00!!! É muito dinheiro para a maioria das pessoas, mas para aqueles que economizavam para comprar um joguinho nos meses seguintes, agora podem comprar Infamous 2, LBP 2 e Gran Turismo 5 XL – por exemplo – com ~ R$ 250,00 de desconto.

Infelizmente para os proprietários do console da Sony, a marca ainda está um pouco atrás da concorrente; a Microsoft já comercializa seus jogos próprios (da Microsoft Studios) nessa faixa de preço há meses, inclusive, têm títulos um pouco mais antigos pelo preço oficial de R$79,00 (Gears of War 1, 2; Halo 3, Halo ODST, Halo Reach, etc…).

Só espero que essa brigua nos leve longe. Se isso for Game Wars, não vejo a hora de ver sangue jorrando.

Flavio Martins.