Postagens e repostagens daquilo que merece ser compartilhado: o nosso universo geek.

Sugestões

Desculpas eternas!

Gente boa, tenho que pedir as desculpas mais atrasadas da qual já ouvi falar: minha falta de postagens novas.

Muito infelizmente, apesar de adorar esse blog, estou mega compromissado com a minha faculdade de engenharia. O curso não me deixa tempo de sobra pra jogar vídeo-games, conversar, assistir, ouvir ou me relacionar; não tem jeito, se quiser se formar engenheiro aeroespacial, vai ser assim.

Contudo, ainda que esporadicamente, vou tentar repostar tudo aquilo o que eu achar válido. Existem várias outras páginas dispostas a compartilhar seu material por esse meio.

Espero que vocês não deixem de visitar o MGW e que, ainda melhor, candidatem-se para membros da página! Eu aceito qualquer um que esteja disposto a cobrir essa brecha que eu deixo no blog.

 

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Rune Factory: Frontier

 Atualmente, somos bombardeados por todos os lados por propagandas de joguinhos de fazenda. A vida no campo nunca foi tão explorada quanto os programadores da Zynga conseguem vêm fazendo de uns anos pra cá. Agora, em meio a tantos títulos similares, a série Rune Factory toma destaque pelo seu mundo complexo, profundo e bem chamativo, mesclando , com charme, a vida rústica com elementos de rpg.

Entroncamento do bem respeitado Haverst Moon, R.F. associa a vida na fazenda uma aventura paralela, na qual você deve entrar em ruínas, enfrentar  monstros e, por fim, desvendar os mistérios que cercam a península na qual todo esse enredo se desenrola.

Você pode escolher, dentre 13 (lindas) moradoras da Vila de Trampoli, uma para se casar.

 Monstros podem ser atraídos para sua fazenda para trabalhar. Cada qual possui uma característica especial, assim sendo, desempenham papeis diferentes. De espécies que só cortam pedaços de tronco e galhos à outras que regam e caçam vegetais (tudo isso, se bem alimentados e tratados).

Não só a colheita faz parte da sua renda: cozinhar, engendrar armas e joias, colher ovos, retirar leite, pescar e comercializar são fundamentais ao desenvolvimento do jogo.

O cenário não chega a ser dos maiores no mundo dso vídeo-games, mas são bonitos e bem decorados. É possível se viajar as maiores distâncias em pouco tempo, o que, no final das contas, é bastante satisfatório. O tempo passa, o clima e estações mudam, o que revigora a sensação de que tudo deve ser planejado de acordo com o tempo, bem coisa de vida campestre. Cada espécie de vegetal cresce em determinado tempo e estação. No inverno, como nada ‘vinga’, é preciso preparo no Outono, para que sua fazenda não contabilize prejuízos.

O jogo é uma obra considerável dos Simuladores de fazenda e RPGs, merece estar no seu console! Quem sabe você deixa a sua fazendinha do FarmVille um pouquinho de lado pra brincar com essa produção.
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PRODUÇÃO: Neverland Co.

DISTRIBUIÇÃO: Marvelous Ent., Xseed Games e Rigin Star Games.

PLATAFORMA: Wii

LANÇAMENTO:11/2008 (Japão)

CONTEITOS:

GRÁFICO: 7.0

SOM: 7.0

JOGABILIDADE: 8.0

DIVERSÃO: 10


Lindo demais!

The-Hobbit

The Hobbit, para mim, é o melhor filme do ano até agora.


Quem achar que eu mereço, me adiciona!

Pra quem quiser me adicionar ‘como amigo’ em qualquer uma das duas redes online, ficam aì:

Xbox Gamercards


PSN Gamercards


Contando os dias

Faz algum tempo que a engenharia não me deixa encostar na minha coleção de vídeo-games, mas certamente que esse será um dos primeiros jogos ao qual darei sequência ao término desse ano. Super Mario Galaxy é gigantesco, mas é incrível!

E você, já faz planos para o final do ano!?

Flavio Martins.


Eu só me lembro…

Uma coisa que me marcou bastante a infância, foi um McDonalds próximo à Paulista. Não sei quantos existem por lá, mas esse é bem destacável: ele era bem grande, tinha um verdadeiro playground e estandes para se jogar N64!

Recentemente, muito infelizmente, descobri que eles reformularam essa unidade da franquia McDonalds. As pinturas da turma clássico (Ronald, Papa Burguers, Bird e Shake) foram retiradas das paredes, o parquinho gigantão, demolido. Os N64, provavelmente viraram sucata. Enfim, só tristeza…

Mas se tem uma coisa que me marcou de verdade – fora o sabor do lanche do McLanche Feliz – foi jogar Banjo em um daqueles consoles! Nossa, era incrível. Eu não tinha condições financeiras para adquirir um N64 na época. Aliás, era tão mais humildezinho, que nem sabia que aquilo era um N64! Só sabia que aquele vídeo-game era mágico, ainda mais com aquele controle.

Tristezas à parte, jogar aquilo foi, com toda a certeza, parte determinante da minha vida. Eu ia ao McDonalds, brincava no playground, comia e, antes de ir embora, jogava um pouco de Nintendo 64… E depois eles não querem que as crianças gostem tanto dessas franquias de lanchonete! Era bem um paraíso aquilo. 

Flavio Martins.