Postagens e repostagens daquilo que merece ser compartilhado: o nosso universo geek.

Sugestões

Desculpas eternas!

Gente boa, tenho que pedir as desculpas mais atrasadas da qual já ouvi falar: minha falta de postagens novas.

Muito infelizmente, apesar de adorar esse blog, estou mega compromissado com a minha faculdade de engenharia. O curso não me deixa tempo de sobra pra jogar vídeo-games, conversar, assistir, ouvir ou me relacionar; não tem jeito, se quiser se formar engenheiro aeroespacial, vai ser assim.

Contudo, ainda que esporadicamente, vou tentar repostar tudo aquilo o que eu achar válido. Existem várias outras páginas dispostas a compartilhar seu material por esse meio.

Espero que vocês não deixem de visitar o MGW e que, ainda melhor, candidatem-se para membros da página! Eu aceito qualquer um que esteja disposto a cobrir essa brecha que eu deixo no blog.

 

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Rune Factory: Frontier

 Atualmente, somos bombardeados por todos os lados por propagandas de joguinhos de fazenda. A vida no campo nunca foi tão explorada quanto os programadores da Zynga conseguem vêm fazendo de uns anos pra cá. Agora, em meio a tantos títulos similares, a série Rune Factory toma destaque pelo seu mundo complexo, profundo e bem chamativo, mesclando , com charme, a vida rústica com elementos de rpg.

Entroncamento do bem respeitado Haverst Moon, R.F. associa a vida na fazenda uma aventura paralela, na qual você deve entrar em ruínas, enfrentar  monstros e, por fim, desvendar os mistérios que cercam a península na qual todo esse enredo se desenrola.

Você pode escolher, dentre 13 (lindas) moradoras da Vila de Trampoli, uma para se casar.

 Monstros podem ser atraídos para sua fazenda para trabalhar. Cada qual possui uma característica especial, assim sendo, desempenham papeis diferentes. De espécies que só cortam pedaços de tronco e galhos à outras que regam e caçam vegetais (tudo isso, se bem alimentados e tratados).

Não só a colheita faz parte da sua renda: cozinhar, engendrar armas e joias, colher ovos, retirar leite, pescar e comercializar são fundamentais ao desenvolvimento do jogo.

O cenário não chega a ser dos maiores no mundo dso vídeo-games, mas são bonitos e bem decorados. É possível se viajar as maiores distâncias em pouco tempo, o que, no final das contas, é bastante satisfatório. O tempo passa, o clima e estações mudam, o que revigora a sensação de que tudo deve ser planejado de acordo com o tempo, bem coisa de vida campestre. Cada espécie de vegetal cresce em determinado tempo e estação. No inverno, como nada ‘vinga’, é preciso preparo no Outono, para que sua fazenda não contabilize prejuízos.

O jogo é uma obra considerável dos Simuladores de fazenda e RPGs, merece estar no seu console! Quem sabe você deixa a sua fazendinha do FarmVille um pouquinho de lado pra brincar com essa produção.
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PRODUÇÃO: Neverland Co.

DISTRIBUIÇÃO: Marvelous Ent., Xseed Games e Rigin Star Games.

PLATAFORMA: Wii

LANÇAMENTO:11/2008 (Japão)

CONTEITOS:

GRÁFICO: 7.0

SOM: 7.0

JOGABILIDADE: 8.0

DIVERSÃO: 10


Lindo demais!

The-Hobbit

The Hobbit, para mim, é o melhor filme do ano até agora.


Quem achar que eu mereço, me adiciona!

Pra quem quiser me adicionar ‘como amigo’ em qualquer uma das duas redes online, ficam aì:

Xbox Gamercards


PSN Gamercards


Contando os dias

Faz algum tempo que a engenharia não me deixa encostar na minha coleção de vídeo-games, mas certamente que esse será um dos primeiros jogos ao qual darei sequência ao término desse ano. Super Mario Galaxy é gigantesco, mas é incrível!

E você, já faz planos para o final do ano!?

Flavio Martins.


Eu só me lembro…

Uma coisa que me marcou bastante a infância, foi um McDonalds próximo à Paulista. Não sei quantos existem por lá, mas esse é bem destacável: ele era bem grande, tinha um verdadeiro playground e estandes para se jogar N64!

Recentemente, muito infelizmente, descobri que eles reformularam essa unidade da franquia McDonalds. As pinturas da turma clássico (Ronald, Papa Burguers, Bird e Shake) foram retiradas das paredes, o parquinho gigantão, demolido. Os N64, provavelmente viraram sucata. Enfim, só tristeza…

Mas se tem uma coisa que me marcou de verdade – fora o sabor do lanche do McLanche Feliz – foi jogar Banjo em um daqueles consoles! Nossa, era incrível. Eu não tinha condições financeiras para adquirir um N64 na época. Aliás, era tão mais humildezinho, que nem sabia que aquilo era um N64! Só sabia que aquele vídeo-game era mágico, ainda mais com aquele controle.

Tristezas à parte, jogar aquilo foi, com toda a certeza, parte determinante da minha vida. Eu ia ao McDonalds, brincava no playground, comia e, antes de ir embora, jogava um pouco de Nintendo 64… E depois eles não querem que as crianças gostem tanto dessas franquias de lanchonete! Era bem um paraíso aquilo. 

Flavio Martins.


Bom mesmo é o multiplayer local

Assim como a maioria das coisas do nosso dia-a-dia, o vídeo game se tornou mais um aparato que tem conexão com a internet. Celulares, tablets, computadores, TVs, GPS e cia, usam a conexão com fontes de dados internacionais para aprimorarem sua experiência, ou simplesmente “só serem executados mesmo”. Chat do facebook pra cá, traçar rota pra lá, Netflix a-co-lá, e estamos todos felizes, mas uma coisa deixa a interrogação: essas realidades mudaram as relações interpessoais para pior?

Apesar de não poder reclamar da minha infância – que ainda perdura! – são poucos os momentos realmente memoráveis de interação com amigos ou família, que não aqueles em que estávamos fazendo alguma coisa juntos. Assistir a filmes, por exemplo, era um dos meus passatempos preferidos! Sempre alugávamos VHS na locadora aqui de perto, nos juntamos anoite e assistíamos a algum bom filme. Era divertido  Ter pessoas para compartilhar risadas em um filme de comédia, pessoas para comentar durante filmes de ação, pessoas para nos acolhermos em filmes de terror. Era mais que divertido, era completo.

O tempo passou e a TV ficou banalizada, a não ser que sua família seja fissurada em novelas, já não há mais programação que nos prenda juntos. Aposto que na última vez em que se sentou para assistir a um filme com a sua família, estava com o seu notebook, tablet ou smarphone em mãos – se não, mais de um desses -, ou seja, se concentrando em gente distante, abandonando o companheirismo por quem está ali, contigo. Contudo, esse novo paradigma não se restringiu apenas ao mundo da televisão, os vídeo-games seguem – até forçadamente, como já vou explicar – o mesmo rumo.

Se assistir TV com a minha família era incrível, jogar um bom game com um amigaço, era ‘platinar’ a infância. Um dos momentos mais memoráveis da minha infância, devo adicionar, foi jogar Resident Evil Survivor de ponta à ponta junto ao meu antigo amigo, o Pedrinho. Nós trancávamos uma sala, pegávamos um TV antiga (a única na qual eu podia mexer) e montávamos o meu novíssimo (na época, é claro) PSone. Durante a tarde inteira, a gente passou por fases; falávamos sem parar para tentar disfarçar o medo – e eu ainda brincava que ia fazer cocô na casa dele (essa referência vocês vão ter que descobrir sozinhos), e tudo era mais divertido. Vigilante 8, Winning Eleven, Metal Slug, Street Fighter… Até jogos de campanha singleplayer nos divertia juntos.

Mas ao contrário de que essa época foi, hoje o mundo gira em torno de grandes distâncias. Como uma relação inversamente proporcional, aquele que está distante, acessível apenas por um meio de comunicação sem fronteiras física – como a internet – parece mais notável que o alguém que estaria ao seu lado. Como se jogar um multiplayer com um colega de sala fosse menos atrativo que encontrar dezenas de anônimos em uma rede, como a PSN, para ficar se irritando com. É confusa essa troca de valores… E sobre isso ainda ter um lado forçado: eu não posso mais chamar algum conhecido para jogar sabendo que, diferente do PS1, PS2, Nintendo 64, o meu Playstation 3 não vai ter uma super gama de jogos feitos especialmente para se jogar em casa, com pessoas mais chegadas. A produtoras não acreditam mais no multiplayer local.

Mais do que uma questão de valorizar quem está por perto, valorizar a relação humana. Não é exagero pensar que você perdeu contato com os seus amigos que jogavam vídeo-game, por eles estarem ocupados demais com qualquer coisa que os obrigue a manter distância e, em casos controversos, façam login e comecem a jogar com você online. Cadê as risadas? Cadê a luz da sala apagada para jogar um game de terror? Cadê nossos amigos, amigos?

Deixa esse iPhone de lado e vai procurar gente para interagir, quem sabe uma namorada jogue e seja melhor companhia que sua siri; aquele seu velho amigo pode ser mais camarada que esse semi-desconhecido com quem você tanto conversa pelo facebook.

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Flavio Martins.


Especial sobre Spyro

Na época em que os mascotes das empresas de vídeo-game eram febre, não houve um carinha que fosse mais cativante ao meu gosto que Spyro. Nem mesmo Crash Bandicoot ou Mario e Luigi Brothers foram páreos. Logicamente que a maioria das pessoas discordam de mim nesse sentido, mas que uma coisa é certa, é: Spyro é, e sempre foi, um dos dragões mais especiais já criado; e esse artigo vai servir pra provar isso.

Produzido pela Insomniac e destribuido pelo grupo Universal (não a igreja fábrica de dinheiro, mas os estúdios hollywoodianos – if you know what I mean), a série conseguiu fazer um bom sucesso na plataforma PS1 da Sony. Com dois jogos lançados para o Playstation: Spyro: the dragon e Spyro: the year of the dragon.

No jogo Spyro: the dragon, você tinha como objetivo encontrar e destruir a força maligna que havia cristalizado os outros dragões; o pequeno, acompanhando de uma criaturazinha estranha (foto aí de cima), que fazia uma barulho estranho  as vezes e era responsável por guardar os cristais que você encontrava pelo caminho.

Para cada faze do jogo, havia uma quantia de dragões para serem libertados, para isso, você deveria usar os cristais colecionados para liberar o encanto.

Não me lembro ao certo a quantidade de dragões espalhados pelo mundo de Spyro, mas não eram poucos. Aliás, o nível de dificuldade do jogo não é nem de perto o menor já visto (para um jogo infantil), conforme você ia avançando no jogo, mapas mais complexos, que exigiam uso mais aprimorado dos comandos “correr”, “pular” e “dar cabeçada”, surgiam e faziam você ficar com as orelhas quentes de tantas vezes que tinha de repetir as mesmas coisas só para passar de uma pequena parte do jogo.

Outra coisa que adraga no game é o visual. O design de Spyro faz com que seu jogo pareça chamativo até os dias de hoje. Essa cena da foto acima, por exemplo, faz questionar-se “quando eles pararam de lançar jogos com esse visual [bonito]?”.

Exemplo de como os gráficos do jogo eram bem trabalhados. Note que até as cores são colocadas para combinar com as escamas do dragão!

Por outro lado, durante a geração de consoles passada, o pequeno dragão não obteve o sucesso merecido. Jogos do PS2 e DS, por exemplo, vendiam apenas o que precisavam para não endividarem os produtores, deixando a série desapreciada durante alguns anos.

Encurtando a parte triste da história, a coisa mudou de uns meses pra cá, quando a Activision decidiu que uma série de jogos merecia ser produzida e ninguém menos que Spyro seria o host perfeito para tal, não houve dúvidas: Skylanders seria lançado.

Com o visual diferente – um pouco mais tribal, eu diria – e uma proposta arrojada de vender brinquedos que aumentassem a sua coleção de personagens dentro do jogo, a Activision acertou em cheio, trazendo Spyro de volta à tona. Agora, o dragãozinho não entra mais no esquecimento.

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Só espero que outros lançamentos que façam justiça ao carisma do Skyro sejam produzidos. A qualidade e beleza dos jogos da primeira geração do dragão, não voltam mais, mas isso não quer dizer que novos títulos não possam agradar tanto.

Flavio Martins.


Você adora Game Wars, eu sei.

Alguém viu os novos preços praticados pela Sony Brasil nos jogos Playstation?

Vários títulos próprios saíram de R$149,90 para os R$99,90! Isso inclui: Uncharted 3, Infamous 2, LBP 2, Gran Turismo 5 XL (que acompanha 20 dólares em DLCs), entre outros. Só jogos “must have it”.

Os novos tri-Play, packs com 3 jogos dentro, são a maior baganha que já aconteceu no Brasil. Três jogos “lançamentos” (do final do ano passado, pra cá), saem por R$209,00!!! É muito dinheiro para a maioria das pessoas, mas para aqueles que economizavam para comprar um joguinho nos meses seguintes, agora podem comprar Infamous 2, LBP 2 e Gran Turismo 5 XL – por exemplo – com ~ R$ 250,00 de desconto.

Infelizmente para os proprietários do console da Sony, a marca ainda está um pouco atrás da concorrente; a Microsoft já comercializa seus jogos próprios (da Microsoft Studios) nessa faixa de preço há meses, inclusive, têm títulos um pouco mais antigos pelo preço oficial de R$79,00 (Gears of War 1, 2; Halo 3, Halo ODST, Halo Reach, etc…).

Só espero que essa brigua nos leve longe. Se isso for Game Wars, não vejo a hora de ver sangue jorrando.

Flavio Martins.


Mis ajudis, pris.

Já há algum tempo desde que coloquei essa enquete para rondar meu site, mas como o movimento aqui mudou muito (da água para a Coca-Cola-gelada-numa-tarde-quente-de-verão-em-Acapulco), acho que as opiniões podem ser diferentes.

  • As estatísticas originais são da época em que o meu blog recebia uma média de 1 visualização diária, hoje, são mais de 60 visitantes todos os dias.
  • Você pode escolher até 3 opções. A intenção é deixar a coisa bem variada mesmo, afinal, você vem aqui pra ler mais de um assunto (provavelmente).
  • Vote consciente. Voto não tem presso, tem consequência. Embora eu prefira ler uma postagem de um assunto menos interessante – por ter votado errado – à ter de aturar um deputado palhaço.

Bom proveito!

Caso tenha alguma sugestão e a queira oferecer, alguma crítica, comentário, pedido, agradecimento:

Leio todos com atenção. Promessa!

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  • Mais curiosidades sobre o blog:
  1. faço apenas uma postagem por dia. Pode ser alguma coisa simples como uma imagem, vídeo, até uma super resenha ou matéria especial…
  2. Eu SEMPRE aceito críticas e sugestões, principalmente sugestões. Se você acha que seria realmente divertido ver um assunto ou tipo de matéria aqui, uma mudança técnica, ou acredita que alguma coisa a mais poderia ser adicionada à estrutura ou conteúdo do blog, avise-me, por favor! Aliás, preciso de mais ideias para especiais de desenhos antigos, seriados antigos e imagem da vez, se tiver alguma, contate-me no box aí de cima

Bom, era isso. Essa super enquete vai me ajudar pelos próximos meses. Com ela vai ser possível modelar o blog ao seu gosto, deixando  a experiência mais agradável e divertida.

Continue acompanhando e fique ligado nas postagens diárias do My Geek Way.

Flavio Martins.


A posição do meu blog

Sobre o blog 

Antes de criar o MyGeekWay, tive um outro blog, o Gamer’s Bedroom, no entanto, o “GB” não funcionou bem, e teve de ser excluído.  Sem receber muitas visitas – pra ser sincero, na maioria das vezes, tenho mais visitas diariamente no MGW que tinha mensalmente, no Gamer’s Bedroom – o fim do meu primeiro blog foi inevitável. A pergunta que fica é: qual a razão pra falta de visitas?

Antes de criar o MGW, eu parei e pensei: “vou tentar a mesma fórmula da primeira página, eventualmente repetindo o erro, ou vou fazer alguma coisa diferente, que possa (ou não) funcionar?” Não preciso dizer, tomei a segunda opção. Mas aí morava o problema de se fazer uma mudança, o que fazer, o que mudar?

O erro que eu cometi no primeiro blog estava dentro do acerto;  tentei criar uma página com variedades, assuntos variados, mas que interessariam um público específico. Pra mim, essa era uma ideia muito boa (esse foi o acerto), o erro, por outro lado, era não trazer mudanças reais, notáveis de forma individual, em cada uma das minhas postagens.

Vou tentar explicar. Se eu vou fazer uma resenha sobre algum jogo, eu não poderia fazê-lo nos mesmos moldes dos grandes sites, isso não traz leitores, afinal, a credibilidade e formatação de um Gamespot, IGN, e blogs oficiais é imbatível. Não seria concorrência párea. Ainda por cima, a cobertura deles sobre novidades é muito maior que a minha, muito mais profissional, se levar em conta a estrutura que esses sites têm. E foi aí que eu bolei a ideia que salvaria o meu futuro – hoje, atual – blog: opinião própria e diferenciada.

Eu não faço reviews de jogos, eu faço um levantamento das minhas opiniões sobre os jogos; não afirmo nada, digo o que eu acho, dou a minha opinião, e isso é, de alguma forma, um excelente atrativo. Além da sensação de “estar em casa”, o diálogo mais próximo, particular, de jogador para jogador, é mais gostoso de se lido. Quase como uma conversa entre amigo.

Além disso, não é todo dia que nós temos tempo para ler textos grandes (como este aqui), que sites convencionais insistem em publicar. Simplesmente não bate com o tempo hábil da maioria das pessoas. Por isso, na maioria absoluta das vezes, textos curtos, levemente humorados e seguidos de imagens. Várias imagens.

O visual mais colorido, espaçado e pouco poluído, também serve bem para a leitura em dispositivos móveis como tablets e smartphones.

Notas das resenhas

As notas que eu costumo colocar em minhas resenhas não têm, de forma alguma, a intensão de mensurar quesitos específicos dos jogos, como as avaliações mais técnicas (e convencionais) o fazem, são notas da “sensação final” que o jogo me causa. Gráficos de baixíssima qualidade, podem ser facilmente abafados por um enredo cativante. Isso é: “o jogo divertiu quanto? De 0 à 100/100, o quanto ele agradou?”; “Ah, a história era ruim, mas o visual impressionou e isso, hoje em dia, já causa agrado”. Longe de querer condenar o trabalho de alguém, ou definir alguma coisa, mas opinar e por em valores numéricos nessa opinião – mais especificamente, em uma fração não simplificada de 0 à 100/100.

Notícias

Sem volume de notícias, o MGW é restrito a notificar e atualizar você, leitor e amigo, apenas com notícias que provavelmente soem impactantes. Lançamento de vídeo-games, jogos “vendedores de consoles” (aqueles que levantam as vendas dos consoles só por serem lançados) e afins.

Variedade

Não só de vídeo-game um bom geek vive. Séries, desenhos animados, tecnologia e um pouco de ciência sempre rondam nosso mundo. Tudo isso, aqui também.

Por fim, se você chegou até aqui, fico feliz. Isso significa que algum leitor encontrou um blog que vale a pena. Espero que possa atender e, até mesmo, superar as expectativas de quem me visita. Nos próximos dias, vários posts bacanas pra você!

Flavio Martins.


Revistas antigas

Já houve um tempo em que a internet não era a principal via para se obter informações e novidades. Não estou falando de nada muito distante, se você parar pra pensar, há 7 ou 8 anos, sempre que queria se informar sobre seus assuntos preferidos, ia à uma banca – e computadores já eram máquinas bastante populares.

Independente da razão pela qual esse habito se extingue, ainda há aqueles que gostam de fazê-lo ou gostariam de voltar a fazê-lo. Enfim…
Animes, por exemplo, já tiveram publicações bastante expressivas entre a garotada, como a Anime>Do. Na época, Love Hina, Dragon Ball, Yu Gi Oh e Pokémon eram capas certas para essa e outras revistas. Sem falar de outras dezenas que eram ilustradas todas as semana com uma imagem da série Dragon Ball.

Mas nem só de animes viviam as crianças da minha época (e alguns anos maisvelhas), vídeo-games, cartoons e cultura infantil também eram temas corriqueiros.

Quem nunca abriu uma D&T Playstation (hoje, Playstation oficial), perdeu parte importante da sua infância. Detonados já foram textos com imagens ilustradas para auxiliar o jogador, nem sempre um vídeo de um adolescente que não sabe falar ao microfone

Gameshark, Multitap, LCD 5″, controles com fio, cabo RCA… Todas essas e outras palavras não saiam da mente dos jogadores da geração PS1-PS2.

Aliás, nunca tive um Gameshark, mas sempre imaginei como seria usar uma máquina de manipulação dessas!

Como ler matérias, ver imagens, descobrir curiosidades sobre KND (Crianças do Bairro), “Du, dudu e Edu”, Pokémon, Digimon, Hantaro, A vaca e o Frango, bob Esponja, Shrek, Madagascar, O Laboratório de Dexter, Jimmy Neutron, Samurai Jack e cia, e, ainda por cima, montar coleções incríveis e que ainda vinham acompanhadas de revistas em quadrinho? Revista Recreio foi um marco na vida de muitas crianças, e essa é a resposta:

Eu tive todas essas revistas a cima e praticamente completei essa – e várias outras – coleção:

Bateu saudade? Saiba que todas essas marcas continuam ativas, vendendo menos que o de costume, mas vendendo. Vá à uma banca de jornais, como nos velhos tempos, escolha duas ou três, aproveite e passe em uma lanchonete, sorveteria ou cafeteria, e coma alguma delícia enquanto as lê.

Por hora, fique com essas revistas para Playtation e ProGamer de época. Quem sabe, você já as leu e está na hora de relembrar! Boa leitura, e continue acessando.

(Encontrou qualquer problema no texto, avise-me!)

Flavio Martins.


Jogos cabulosos

The House é considerado um dos piores jogos para aqueles que sofrem de problemas cardíacos, que têm medo do escuro, aqueles que fazem xixi só de ver uma assombração sussurrando em seus ouvidos durante a noite (o que é muito normal); e é por isso mesmo que eu pretendo começar essa série de postagens com ele. Não possui formato 3D, é totalmente bidimensional. O jogo inteiro é uma variação de cenários em fotos interativas. Parece com qualquer coisa feita em flash mesmo, e, embora pareça estranho e passe a sensação de inofensivo, não deixe isso te desacreditar, The House assusta – e assusta muito.

Eu traduzi uma sinopse do game – eu traduzi, não o google translator, está bem?

Em meados dos anos 40, um casal se mudou para ‘a casa’ e tiveram uma filha. Seu nome era Arlene e ela nasceu invalida* e parecia sofrem muita dor. Seus pais não queriam que sofresse mais, então eles a envenenaram e a colocaram numa sala segura**, a qual o jogador encontra por último.

Depois de terem deixado Arlene para trás, eles decidiram que estava na hora deixar pra lá. Eles adotaram uma criança chamada Nicole. Mesmo abandonando Arlene, seu espírito não foi embora. Permaneceu lá, ‘na casa’. Ela cresceu e continuou a causar terror naqueles que habitavam ‘a casa’. Arlene matou Nicole e a empregada, o que deixou seus pais estarrecidos. Algum tempo depois, eles se mataram

Depois de muitas décadas, a casa fechada ainda assustava os moradores vizinhos. Eles estavam certo sobre uma coisa: ela contia um espírito errante.

*pode ser muita coisa: de paralítica à desmembrada.

**não sei se existe mesmo uma tradução pra safe room. Poderia ser quarto do pânico, todavia. 

A série já está no seu segundo jogo (The House II. O que é um título extraordinariamente criativo)

Aqui segue um gameplay até que bem humorado:

Pra quem estiver afim de jogar e justificar aquilo que tem entre as pernas – eu não falo do joelho, mas claro que meninas podem ter ‘balls’ (no sentido figurado) – aqui vai um dos possíveis links pra se jogar essa magavilha da natureza:

http://www.gamezhero.com/games/thehouse

Arrepiou a epiderme? Não? Então vá à uma locadora ou loja comum e adquira uma copia do spin-off de The House:

Dizem que os olhos chegariam a sangrar ao se jogar esse título se não fosse pela gostosa da Maiara Walsh.

Tenha medo, tenha muito medo.

Flavio Martins.


Fenômeno dos Tablets?

Reciclei este post de seis ou sete meses atrás; e como acho que nada mudou, então:

Já que estou prestes a entrar na faculdade, comecei a me preparar nessa última semana para isso. Fiz uma lista de tudo o que era mais bacana – e necessário – para se adquirir, e fui às compras. No entanto, na hora de comprar um dos itens (mais legais, diga-se de passagem) passei por meio de uma decisão difícil: que tablet comprar? Ora, é claro que eu vou querer um tablet para levar para a faculdade! Enfim… Na hora de pesquisar os preço, só decepção. O mais “baratinho” – e capaz de atender algumas das minhas expectativas, era o Galaxy tab 7″, que não sai por menos de R$ 999,00. Mas ainda parecia “pouco aparelho”. Fiz esse comparativo para que vocês entendam onde quero chegar:

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Notebook HP Mini

  • Processador de 1.6GHz
  • 2GB de RAM
  • 500GB de HD
  • Windows 7 Starter
  • Tela LED 11.6″
PREÇO: R$ 899,00
 
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Tablet Sansumg Galaxy Tab 7″

  •    Processador de 1.2GHz
  •    1GB de RAM
  •    16 GB de SSD
  •    Tela amoled 7″
PREÇO: R$ 999,00

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Não sei se todos concordam, mas a diferença entre os hardwares é muito grande. Só para se ter uma ideia: o tablet que mais se assemelhou a esse netbook, foi o Asus Transformer, o qual no Brasil não se compra por menos de R$2.500,00 e, ainda por cima, não tem importação oficial – não teria garantia, assistência técnica, suporte para 3G nacional, etc.

  • Por outro lado:

O que fez do tablet um produto tão querido? O simples fato de que não dá para se andar com um netbook – muito menos um notebook – “pra baixo e pra cima” em mãos. Por mais que a bateria de um HP Mini alcance as incríveis 9h de duração, não chega nem perto de ser confortável manusear um computador só para ler textos ou abrir e-mails na correria do dia-a-dia.

  • Minha Conclusão:

Notebooks e Netbooks são certamente (muito) mais poderosos, os tablets, mais funcionais durante o dia. Se você precisa editar textos, imagens, tabelas, gráficos ou criar qualquer tipo de mídia, fuja correndo de comprar um tablet. O touch screen serve para facilitar a visualização de um arquivo, mas não o seu manuseio. Acho que isso resume bem a diferença entre os dois dispositivos. Não são concorrentes, é isso.

  • O que eu fiz:

Comprei um netbook!

Flavio Martins.


Quando o vídeo-game vira moda:

As vezes a influencia dos jogos eletrônicos transpassa a barreira do universo geek e acaba por chegar em destinos inesperados. Dessa vez, quero analisar com vocês o que acontece quando um desses destinos é a moda feminina.

  •   Acho que a conexão com o mundo dos jogos eletrônicos é o excesso de cores. Não sei se isso é alguma moda, mas que peças bem chamativas e rendadas conseguem ser fofinhas e sexys ao mesmo tempo, não tenho dúvidas.

  •   Bom, ela teve bom gosto na escolha do jogo – isso eu posso dizer; o azul me agrada bastante também… Não acho que tenha nada além disso:

  •   Esse aqui faz parte da campanha: faça você mesma as suas roupas.  Ficou bem fofinha, mas não acho que alguma menina sairia com isso pra fora de uma festa-fantasia. De qualquer forma, obrigado pela imagem, menina desconhecida.

  • Algumas mulheres não gostam de destilar segundas intenções, e esse é o caso da nossa amiga aqui de baixo. Ela não quer basear a sua roupa nos joguinhos famosos, não, ela vai além: determinada, ela se veste com um ”vestido-gameboy”. Não chega a ser  um vestido bonito, mas, ao menos, temos uma modelo bem determinada aqui:

  • Algumas mulheres ainda se borram ao passar sombra, normal, acontece mesmo. Tirando isso, eu acho que temos aqui a primeira camiseta que deve agradar aos dois mundos. Tenho a impressão de que várias das minhas amigas ficariam felizes em ganhar uma dessas:

No fim, você deve ter chego à mesma conclusão que eu: vídeo-game não serve muito bem de moda. Nada muito animador – a não ser que você goste de mulheres semi-nuas jogando, aí, bom, é só ‘googlar’. Tenho certeza de que você ficará bem satisfeito com a mistura.

No mais, acho que prefiro a minha garota assim:

Ela é linda do jeito que é, do jeito que se veste e comporta. O vídeo-game não serve pra deixá-la mais bonita do que já é. A mistura perfeita é jogar junto a ela.

Flavio Martins.


Lançamentos 2012 (parte 2 de 2)

E para fechar o catálogo de lançamentos importantes de 2012 – anunciados até agora, aqui vai a segunda parte:

Datas de lançamento:

  • Wreck it Ralph: 02 de Novembro.

(Nossa, quero muito ver esse filme. Quero muito mesmo. Dou um pedacinho da alma pra alguém ir comigo! haha)

  • Batman: O cavaleiro das Trevas Ressurge: 27 de julho.
  • Espetacular Homem Aranha: 03 de Julho.

 

 

 

 

 

 

 

Flavio Martins.


Lançamentos 2012 (parte 1 de 2)

Fazia alguns anos que não tínhamos um catálogo tão bom de filmes nos esperado, ainda mais em um período menor que o de um semestre.

Aqui vão as datas:

  • Monstros S.A parte 2: 16 de novembro de 2012

(yey, coisas bacanas quase sempre acontecem em datas próximas ao meu aniversário! Feliz por você, Juliana Lopes.)

  • Madagascar 3: 7 de junho de 2012 
  • MIB 3: Nos cinemas 

(Boa notícia para nós, Rafael!)

  • Era do Gelo 4: 13 de julho de 2012 
(feliz para mim!)
 
 
 
 
 
Flavio Martins.

Coisa pessoal.

Pessoal – acho que a essa altura já posso falar – estou escrevendo um livro!

Estou apenas nas primeiras páginas (na vigésima, pra ser mais exato), mas já está muito legal.

Por enquanto só vim deixar a notícia. Não vou comentar o tema, a história e nem o nome. Porém, garanto que vai agradar a maioria de vocês. Nos próximos meses, conforme os capítulos ficarem prontos, eu postarei mais novidades sobre o mesmo.

Posso garantir: é muito intrigante…

Flavio Martins.


Sugestão de blog:

Passeando pelo 9gag, descobri um blog muito bacana com curiosidades sobre jogos. O formato é bem atrativo, resumido e em forma de imagens. Vale bastante a pena conferir. Vou colocar alguns dos que eu mais gostei:

Enfim… Tem muito mais de onde essas vieram. O link do site – mesmo que seja bem claro pelas imagens – é: http://didyouknowgaming.com/

Flavio Martins.