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Especial sobre Spyro

Na época em que os mascotes das empresas de vídeo-game eram febre, não houve um carinha que fosse mais cativante ao meu gosto que Spyro. Nem mesmo Crash Bandicoot ou Mario e Luigi Brothers foram páreos. Logicamente que a maioria das pessoas discordam de mim nesse sentido, mas que uma coisa é certa, é: Spyro é, e sempre foi, um dos dragões mais especiais já criado; e esse artigo vai servir pra provar isso.

Produzido pela Insomniac e destribuido pelo grupo Universal (não a igreja fábrica de dinheiro, mas os estúdios hollywoodianos – if you know what I mean), a série conseguiu fazer um bom sucesso na plataforma PS1 da Sony. Com dois jogos lançados para o Playstation: Spyro: the dragon e Spyro: the year of the dragon.

No jogo Spyro: the dragon, você tinha como objetivo encontrar e destruir a força maligna que havia cristalizado os outros dragões; o pequeno, acompanhando de uma criaturazinha estranha (foto aí de cima), que fazia uma barulho estranho  as vezes e era responsável por guardar os cristais que você encontrava pelo caminho.

Para cada faze do jogo, havia uma quantia de dragões para serem libertados, para isso, você deveria usar os cristais colecionados para liberar o encanto.

Não me lembro ao certo a quantidade de dragões espalhados pelo mundo de Spyro, mas não eram poucos. Aliás, o nível de dificuldade do jogo não é nem de perto o menor já visto (para um jogo infantil), conforme você ia avançando no jogo, mapas mais complexos, que exigiam uso mais aprimorado dos comandos “correr”, “pular” e “dar cabeçada”, surgiam e faziam você ficar com as orelhas quentes de tantas vezes que tinha de repetir as mesmas coisas só para passar de uma pequena parte do jogo.

Outra coisa que adraga no game é o visual. O design de Spyro faz com que seu jogo pareça chamativo até os dias de hoje. Essa cena da foto acima, por exemplo, faz questionar-se “quando eles pararam de lançar jogos com esse visual [bonito]?”.

Exemplo de como os gráficos do jogo eram bem trabalhados. Note que até as cores são colocadas para combinar com as escamas do dragão!

Por outro lado, durante a geração de consoles passada, o pequeno dragão não obteve o sucesso merecido. Jogos do PS2 e DS, por exemplo, vendiam apenas o que precisavam para não endividarem os produtores, deixando a série desapreciada durante alguns anos.

Encurtando a parte triste da história, a coisa mudou de uns meses pra cá, quando a Activision decidiu que uma série de jogos merecia ser produzida e ninguém menos que Spyro seria o host perfeito para tal, não houve dúvidas: Skylanders seria lançado.

Com o visual diferente – um pouco mais tribal, eu diria – e uma proposta arrojada de vender brinquedos que aumentassem a sua coleção de personagens dentro do jogo, a Activision acertou em cheio, trazendo Spyro de volta à tona. Agora, o dragãozinho não entra mais no esquecimento.

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Só espero que outros lançamentos que façam justiça ao carisma do Skyro sejam produzidos. A qualidade e beleza dos jogos da primeira geração do dragão, não voltam mais, mas isso não quer dizer que novos títulos não possam agradar tanto.

Flavio Martins.

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